BIC comemora 60 anos

 

Esferográficas simples e baratas, no seu 60º aniversário as BIC vestem-se de ouro e prata para festejarem com pompa. A BIC dourada tem tinta azul, enquanto a prateada escreve a preto.

Ao longo do tempo a BIC Cristal tornou-se numa esferográfica de culto e conquistou mesmo o estatuto de obra de arte, fazendo parte da colecção permanente do Museu de Arte Moderna em Nova Iorque (MoMA) e o Museu Nacional de Arte Moderna do Centro Georges Pompidou, em Paris.

 

A BIC Cristal surgiu quando o Barão Marcel Bich criou uma empresa que fabricava peças para instrumentos de escrita em Clichy. Ao aperceber-se de que estavam a surgir no mercado várias canetas esferográficas que conferiam grande velocidade à escrita teve noção de que poderiam revolucionar as canetas.

 

Com esse intuito, Marcel Bich comprou a patente da caneta desenvolvida pelo húngaro Laszlo Biro e iniciou a procura pela fórmula de tinta ideal e o encaixe perfeito entre a esfera e o tubo de tinta, utilizando as habilidades de relojoeiros suíços.

 

Após trabalhar intensivamente durante vários anos e colocar todo o capital da empresa em risco, o produto sairia da fábrica em Dezembro de 1950.

 

10.000 canetas BIC Cristal foram vendidas diariamente no primeiro ano de produção e actualmente vários milhares são vendidas todos os dias.

 

No início dos anos 60, a BIC Cristal instalou-se permanentemente nas casas, nos escritórios, e nas lojas, transformando-se num produto tão universal.

 

SOL

 

2º Aniversário do Centro Cultural de Ílhavo

O Centro Cultural de Ílhavo (CCI) comemora, hoje, o seu segundo aniversário, para o qual conta com uma programação que se estende por vários dias.

Esta data será assinalada com um conjunto de actividades que, além da sua qualidade, abrange diferentes públicos.

PROGRAMA

24 Março (21h30) – Espectáculo imaginado para as comemorações com música, teatro, e cinema, com a participação especial de José Budha, Marina Albuquerque e Rui Dâmaso.

27 Março (21h30) – Projecto “Blackbird”, do Teatro Nacional D. Maria II, que conta no elenco com Miguel Guilherme, Isabel Abreu, Constança Rosado, Filipa Rebelo e Margarida Lopes.

28 Março (17h30) - “Uma Bailarina…”, de Aldana Bizarro, para um público infantil.

Até 6 de Julho – Exposição “Silêncios”, de Eduardo Gageiro, o maior fotojornalista português.

Aniversário EMER

A Câmara Municipal de Ílhavo vai comemorar, no próximo dia 18 de Março, quinta-feira, o 6.º Aniversário da Escola Municipal de Educação Rodoviária (EMER).

O evento contará com a presença especial da GNR e dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, os quais, para além de disponibilizarem viaturas para visita por parte das Crianças e Jovens, promoverão acções de sensibilização rodoviária.

Neste dia estarão ainda expostos no espaço da EMER, um automóvel híbrido e uma scooter eléctrica, promovendo desta forma as vantagens da utilização de meios de transporte amigos do ambiente.

Para terminar um dia recheado de actividades e muita animação, será realizado, pelas 18:00h, o Workshop: “Segurança Rodoviária – A Condução Defensiva como Instrumento de Combate à Sinistralidade”, o qual contará com a participação da Prevenção Rodoviária Portuguesa e da GNR.

CASA GAFANHOA CELEBRA 9 ANOS COMO PÓLO DO MUSEU MARÍTIMO

O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré admite que a solução para o futuro da Casa Gafanhoa passa pelo apoio da autarquia na colocação de um funcionário na casa que permita abertura permanente. A Casa Gafanhoa foi inaugurada a 11 de Novembro de 2000. Celebra hoje 9 anos de actividade como pólo do Museu Marítimo de Ílhavo. Trata-se de um edifício que foi adquirido pela Câmara de Ílhavo e entregue à administração do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré que, por sua vez, não conseguiu integrar no seu quadro o funcionário dedicado à Casa. Alfredo Ferreira da Silva diz que só com a obra de conclusão do projecto, com recepção e sala de exposições, será possível lançar a Casa Gafanhoa para uma actividade permanente. “A situação só se poderia resolver com pessoal dentro do quadro da Câmara Municipal. Não temos rendimentos que nos dêem possibilidade de pagar o ordenado a uma funcionária. Tem outra fase que não arrancou que poderá ter uma pessoa com recepção e sala de exposições”, adianta Alfredo Ferreira da Silva. A Casa Gafanhoa é um pólo museológico do Museu Marítimo de Ílhavo. Trata-se de um edifício do princípio do século XX, que reflecte a vida de um lavrador abastado desta região. Alfredo Ferreira da Silva explica que a Casa tem cumprido a sua função ainda que dependa da marcação das visitas para mostrar às novas gerações o estilo de vida dos antepassados. “Para demonstrar, em especial, o que era uma casa relacionada com o início da Gafanha. Era uma casa de gente remediada ou rica mas deixa sempre uma imagem”, afirma Alfredo Ferreira da Silva.